Koisas & Bagulhos Games
domingo, 5 de fevereiro de 2012
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
De Blob 2: The Underground
Em 2008, Nintendo DS e Wii receberam um jogo bem curioso, idealizado por estudantes de arte na Holanda: tratava-se de "De Blob", reconhecido por muitos com um dos games mais originais e divertidos dos últimos tempos e cuja sequência agora também abrange o PlayStation 3 e o Xbox 360.

O vilão Comrade Black está de volta, e junto com ele seu ódio pelas cores. Disfarçado como o bonzinho Papa Blanc, Comrade deseja ganhar a eleição da cidade Prisma City, e assim assumir o controle de seus habitantes através de lavagem cerebral e acabar com todas as cores. Mas para colocar um fim em seus planos, o herói "bolha" De Blob está de volta, para restaurar a cor e a vida da cidade e seus moradores.
Assim como no primeiro game, De Blob deve colorir o seu caminho na enorme e sem cor Prisma City, mas agora munido de arsenal de novos truques para enganar os seus inimigos. O herói desta vez conta com um ajudante em sua missão, um robô chamado Pinky, que irá ajudar a desarmar armadilhas, explodir inimigos, entre outras coisas.

O jogo, como já era de esperar, está maior, com novas missões secundárias e a possibilidade de evoluir as habilidades do personagem. A mecânica é bem parecida com o anterior, o jogador assume o comando do inusitado herói em forma de bolha, que consegue absorver as cores para então pintar as ruas, prédios, árvores e tudo mais o que aparecer no cenário cinzento e sem vida. A diferença é que agora a área é mais ampla, com participações maiores e novos desafios.
Cada área possui suas missões, que ficam mais complicadas à medida em que se avança na aventura, como pintar certos cenários em um determinado tempo ou enfrentar um grupo de inimigos específicos. Apesar de apresentar um enorme universo 3D, é possível entrar em grandes edifícios em que a ação muda para o estilo tradicional de plataforma 2D, com elementos de quebra-cabeças para se avançar nos níveis, como ativar alavancas e portas que só abrem com determinadas cores. Boa parte do jogo é baseado em possuir a habilidade e cor correta para ser usado em determinado momento.

Os gráficos e visuais são criativos e contam com uma design artístico muito bonito e colorido. A história é contada através de animações cinematográficas recheadas de bom humor e descontração, recomendado para qualquer idade. A trilha sonora é envolvente e ajuda na imersão, pois com a evolução da coloração dos cenários, a música se desenvolve de forma gradual, tornando-se mais viva e complexa.
A versão para Nintendo DS conta com uma história diferente, que se passa antes dos eventos do primeiro game. Já o PS3 terá suporte para a tecnologia 3D estereoscópica, o que deve criar um visual bem interessante ao estilo do game.
Trailer:
Imagens:

O vilão Comrade Black está de volta, e junto com ele seu ódio pelas cores. Disfarçado como o bonzinho Papa Blanc, Comrade deseja ganhar a eleição da cidade Prisma City, e assim assumir o controle de seus habitantes através de lavagem cerebral e acabar com todas as cores. Mas para colocar um fim em seus planos, o herói "bolha" De Blob está de volta, para restaurar a cor e a vida da cidade e seus moradores.
Assim como no primeiro game, De Blob deve colorir o seu caminho na enorme e sem cor Prisma City, mas agora munido de arsenal de novos truques para enganar os seus inimigos. O herói desta vez conta com um ajudante em sua missão, um robô chamado Pinky, que irá ajudar a desarmar armadilhas, explodir inimigos, entre outras coisas.
O jogo, como já era de esperar, está maior, com novas missões secundárias e a possibilidade de evoluir as habilidades do personagem. A mecânica é bem parecida com o anterior, o jogador assume o comando do inusitado herói em forma de bolha, que consegue absorver as cores para então pintar as ruas, prédios, árvores e tudo mais o que aparecer no cenário cinzento e sem vida. A diferença é que agora a área é mais ampla, com participações maiores e novos desafios.
Cada área possui suas missões, que ficam mais complicadas à medida em que se avança na aventura, como pintar certos cenários em um determinado tempo ou enfrentar um grupo de inimigos específicos. Apesar de apresentar um enorme universo 3D, é possível entrar em grandes edifícios em que a ação muda para o estilo tradicional de plataforma 2D, com elementos de quebra-cabeças para se avançar nos níveis, como ativar alavancas e portas que só abrem com determinadas cores. Boa parte do jogo é baseado em possuir a habilidade e cor correta para ser usado em determinado momento.
Os gráficos e visuais são criativos e contam com uma design artístico muito bonito e colorido. A história é contada através de animações cinematográficas recheadas de bom humor e descontração, recomendado para qualquer idade. A trilha sonora é envolvente e ajuda na imersão, pois com a evolução da coloração dos cenários, a música se desenvolve de forma gradual, tornando-se mais viva e complexa.
A versão para Nintendo DS conta com uma história diferente, que se passa antes dos eventos do primeiro game. Já o PS3 terá suporte para a tecnologia 3D estereoscópica, o que deve criar um visual bem interessante ao estilo do game.
Trailer:
Imagens:
Hard Corps: Uprising
"Uprising" é um "antecessor imaginário", conforme revelou a própria Konami, que não está desenvolvendo o game, mas que deixou o encargo para a Arc System Works, a mesma dos jogos de luta "Guilty Gear" e "BlazBlue", o que explica o visual de animação japonesa - marca registrada da empresa - no novo "Contra".
Mas os fãs não precisam se preocupar, pois a fórmula clássica consagrada da franquia está intacta, ou seja, ação frenética, muitos tiros, muita movimentação e claro, muitas mortes com um desafio constante.
A história é ambientada no ano de 2613 e protagonizada pelo soldado Bahamut, que no futuro será um vilão em "Contra: Hard Corps". Mas aqui ele começa a sua carreira de grande herói e lenda como líder do grupo de resistência contra um ataque alienígena, e outros inimigos bizarros.
Aliada à mecânica clássica, o visual 2D está bem colorido e cheio de animações em alta definição, inclusive com suporte para um segundo jogador cooperativo. Além do tradicional modo Arcade, há também o modo Rising, que apresenta um sistema de evolução para os personagens - tanto para armas como habilidades - que tornam as coisas um pouco mais fáceis, ideal para os iniciantes na série.
"Uprising" certamente honra as tradições da franquia, com combates épicos contra chefões gigantescos, pilotagem de veículos, três personagens extras além de Bahamut e modalidades online que devem entreter os jogadores com tiroteios intensos e explosões por um bom tempo.
L.A. Noire
"L.A. Noire" é o primeiro game da produtora Team Bondi, fundada por Brendan McNamara, diretor e roteirista de "The Getaway", do Team Soho da Sony. O jogo é produzido e distribuído pela Rockstar, o que lhe garante um status de arrasa-quarteirões nas mesmas proporções da série "Grand Theft Auto" e "Red Dead Redemption".
Como o próprio título denuncia, a ação se desenrola na Los Angeles no ano de 1947, com uma atmosfera noir similar ao que foi visto em filmes como "Los Angeles - Cidade Proibida" e "Chinatown". O protagonista é o policial Cole Phelps, que deve investigar uma série de assassinatos brutais e complexos, mesmo com a interferência da imprensa, colegas corruptos e pessoas poderosas que não querem ver os crimes solucionados.
A mecânica básica de "L. A. Noire" envolve a resolução de casos através de investigação da cena do crime, análise de depoimentos e interrogatórios, nem sempre pacíficos. Os sistemas de depoimentos e interrogatórios utilizam tecnologia de animação facial criada exclusivamente para o game.
O rosto virtual dos personagens é reproduzido através da captura de movimentos dos rostos de atores reais, para conferir um grau de realismo sem precedentes ao jogo. A técnica não serve apenas para deixar o jogo mais bonito, pois o sistema de investigação também compreende a observação das nuances do rosto e movimentos corporais. Ao interrogar uma vítima ou um suspeito, pistas podem ser interpretadas através dos gestos dos olhos, da boca, sombracelha ou do corpo em geral, sendo possível, para um bom detetive, adivinhar se a pessoa está mentindo, se está nervosa, com medo ou ainda escondendo algo.
Mesmo com a liberdade de ação e tiroteios ao estilo "GTA", o jogo segue o esquema dos adventures de apontar e clicar, em que é preciso selecionar diálogos, itens dos cenários, analisar a cena do crime e assim por diante. Sequências de Quick Time Events, nas quais se deve pressionar determinados botões em curto espaço de tempo, também devem marcar presença em "L.A. Noire".
O realismo é outra caracteristica importante do jogo, presente também na investigação dos locais onde ocorreram os crimes. O jogador nao irá encontrar itens e pistas brilhando em destaque nem em lugares óbvios do cenário. É preciso vasculhar a área cuidadosamente para encontrar artigos importantes, com ajuda de instrumentos especiais. Essas informações são armazenadas no caderno de Phelps e podem ser consultadas a qualquer momento.
Como o próprio título denuncia, a ação se desenrola na Los Angeles no ano de 1947, com uma atmosfera noir similar ao que foi visto em filmes como "Los Angeles - Cidade Proibida" e "Chinatown". O protagonista é o policial Cole Phelps, que deve investigar uma série de assassinatos brutais e complexos, mesmo com a interferência da imprensa, colegas corruptos e pessoas poderosas que não querem ver os crimes solucionados.
A mecânica básica de "L. A. Noire" envolve a resolução de casos através de investigação da cena do crime, análise de depoimentos e interrogatórios, nem sempre pacíficos. Os sistemas de depoimentos e interrogatórios utilizam tecnologia de animação facial criada exclusivamente para o game.
O rosto virtual dos personagens é reproduzido através da captura de movimentos dos rostos de atores reais, para conferir um grau de realismo sem precedentes ao jogo. A técnica não serve apenas para deixar o jogo mais bonito, pois o sistema de investigação também compreende a observação das nuances do rosto e movimentos corporais. Ao interrogar uma vítima ou um suspeito, pistas podem ser interpretadas através dos gestos dos olhos, da boca, sombracelha ou do corpo em geral, sendo possível, para um bom detetive, adivinhar se a pessoa está mentindo, se está nervosa, com medo ou ainda escondendo algo.
Mesmo com a liberdade de ação e tiroteios ao estilo "GTA", o jogo segue o esquema dos adventures de apontar e clicar, em que é preciso selecionar diálogos, itens dos cenários, analisar a cena do crime e assim por diante. Sequências de Quick Time Events, nas quais se deve pressionar determinados botões em curto espaço de tempo, também devem marcar presença em "L.A. Noire".
O realismo é outra caracteristica importante do jogo, presente também na investigação dos locais onde ocorreram os crimes. O jogador nao irá encontrar itens e pistas brilhando em destaque nem em lugares óbvios do cenário. É preciso vasculhar a área cuidadosamente para encontrar artigos importantes, com ajuda de instrumentos especiais. Essas informações são armazenadas no caderno de Phelps e podem ser consultadas a qualquer momento.
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
A World of Keflings
Continuação do popular "A Kingdom for Keflings", lançado em 2008, "A World of Keflings" traz novidades como inúmeros reinos para explorar e modo multiplayer local, além do uso de avatares dos usuários e objetos da Xbox Live.
Mais uma vez, os jogadores podem construir e personalizar os reinos das criaturinhas, que agora querem se expandir e alcançar o mundo todo: um mundo de keflings.
Ajude os simpáticos e pequeninos seres a construir um robô, salvar uma princesa, fazer novas amizades com um dragão, ajudar uma bruxa, entre diversos outros tipos de missões divertidas que se encontram nessa exótica terra. É possível jogar com um amigo no mesmo console com tela dividida, ou ainda com três pessoas através da Xbox Live.
Misturando um pouco de estratégia e resolução de quebra-cabeças, o sistema do jogo é bem divertido e viciante, enquanto os jogadores ajudam os pequenos seres a alcançarem suas metas, como a construção de pequenas cidades com influências climáticas, culturais e disponibilidade de recursos.
Mais do que uma sequência, "A World of Keflings" traz uma grande quantidade de novas ideias e conceitos, como a adição de personagens exóticos, missões variadas, construções de todos os tipos, opções de customização e muito mais. Tudo isso conservando o charme e estilo casual que fizeram do original um grande sucesso.
Video:
Mais uma vez, os jogadores podem construir e personalizar os reinos das criaturinhas, que agora querem se expandir e alcançar o mundo todo: um mundo de keflings.
Ajude os simpáticos e pequeninos seres a construir um robô, salvar uma princesa, fazer novas amizades com um dragão, ajudar uma bruxa, entre diversos outros tipos de missões divertidas que se encontram nessa exótica terra. É possível jogar com um amigo no mesmo console com tela dividida, ou ainda com três pessoas através da Xbox Live.
Misturando um pouco de estratégia e resolução de quebra-cabeças, o sistema do jogo é bem divertido e viciante, enquanto os jogadores ajudam os pequenos seres a alcançarem suas metas, como a construção de pequenas cidades com influências climáticas, culturais e disponibilidade de recursos.
Mais do que uma sequência, "A World of Keflings" traz uma grande quantidade de novas ideias e conceitos, como a adição de personagens exóticos, missões variadas, construções de todos os tipos, opções de customização e muito mais. Tudo isso conservando o charme e estilo casual que fizeram do original um grande sucesso.
Video:
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Resistance 3
Ambientado em uma história alternativa nos anos 50, a trama mostra as operações do exército norte-americano, que combate ao lado das Forças Armadas Britânicas em um grupo de soldados da resistência, para impedir a propagação da espécie alienígena parasita Chimera.
Após quatro anos dos eventos mostrados no segundo jogo, no ano de 1957, o membro da resistência Joseph Capelli desistiu de lutar contra a ameaça da Chimera. Agora ele passa a vida se escondendo, junto com outros sobreviventes que incluem sua esposa - irmã de Hale - e filho, que acaba infectado.
Mas quando o Dr. Fyodor Malikov aparece com a oportunidade de acabar com a ocupação dos Chimera e uma vacina para a infecção dos parasitas, Capelli deixa sua família e parte numa viagem angustiante pela estrada de Oklahoma até Nova York. Ao longo do caminho, ele vai encontrar os restos da humanidade deixados pela brutal invasão chimeriana.
O cenário é caótico, o planeta Terra está dominado e dizimado pelas criaturas sanguinárias. Os sobreviventes são poucos, e a esperança menor ainda, mas ainda assim continuam lutando com o que conseguem achar, improvisando armas e na falta de alimento, apelando para o canibalismo.
O título conta com novas armas, como a Mutator, que podem ser evoluídas, assim como o retorno de outras antigas, além de um modo para dois jogadores online ou em campanha cooperativa com tela dividida, e um modo multiplayer. Os gráficos e visuais prometem ser escuros e assustadores, e os inimigos contam com uma intligência artificial aprimorada, que deixam os combates ainda mais desafiadores.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Marvel Vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds
Depois de um hiato de dez anos, a Capcom resolveu se reunir com a Marvel Comics para produzir mais um jogo de luta estrelado por seus mais ilustres personagens. "Marvel vs. Capcom 3: Fate of Two Worlds" é nome do projeto, que segue no mesmo estilo de "Street Fighter IV", ou seja, o gráfico usa técnicas 3D em alta definição, mas os controles são como antigamente, com os personagens sempre amarrados num plano comum (2D). A supervisão do jogo ficou a cargo de Ryota Niitsuma, mesmo de "Capcom Vs. Tatsunoko".
Além de uma mecânica à moda antiga, a Capcom deve manter o mesmo esquema dos antecessores, com um sistema de equipes. O jogador escolhe ao menos dois personagens principais e pode alterná-los a qualquer momento da luta. Alguns movimentos especiais devem ser simplificados para atrair consumidores casuais, mas a profundidade e variedade de coisas a fazer deve ser mantida para agradar os fãs veteranos.
A companhia diz que se inspirou nos quadrinhos americanos para definir o direcionamento visual de "Marvel vs. Capcom 3". De fato, as características do estilo estão presentes, como as sombras em alto contraste e as hachuras típicas dos desenhistas de gibis ocidentais. Aliás, as imagens apresentadas no anúncio oficial não são ilustrações, mas modelos gerados pelo próprio motor gráfico do game, o mesmo usado em títulos como "Lost Planet 2" e "Resident Evil 5".
Do lado da Marvel Comics estão confirmados Capitão América, Deadpool, Doutor Destino,Dormammu, Hulk, Homem de Ferro, Homem-Aranha, Super-Skrull, Thor, X-23, M.O.D.O.K,Magneto, Mulher-Hulk, Wolverine e Tempestade. Já a Capcom conta com Amaterasu(Okami), Chris Redfield (Resident Evil), Chun-Li (Street Fighter), Dante (DMC), Felicia(Darkstalkers), Morrigan (Darkstalkers), Ryu (Street Fighter), Trish (DMC), Tron Bonne(Megaman), Viewtiful Joe (Viewtiful Joe), Arthur (Ghosts n' Goblins), Nathan Spencer (Bionic Commando), Wesker (Resident Evil) e Crimson Viper (Street Fighter). Outro personagem é o sir arthur que não tenho ccerteza se ele é da marvel ou da capcom. Jill Valentine (Resident Evil) e Shuma Gorath (Marvel) serão disponibilizados mais tarde, como DLC.
Imagens (EXCLUSIVAS DA POSTAGEM)
LUTAS
Uncharted 3 Drake's Decepition
A Sony Computer Entertainment acaba de oficializar Uncharted 3: Drake's Deception, terceiro game da série Uncharted.
Novamente exclusivo para o PlayStation 3 e com desenvolvimento pela Naughty Dog Inc., Uncharted 3: Drake's Deception pretende aumentar ainda mais sua ligação com uma experiência próxima da cinematográfica. As empresas prometem "narrativa premiada, sequências de ação dignas de blockbusters e 3-D imersivo de alta resolução, com cenários e ambientes detalhadíssimo e efeitos especiais que mostrarão todo o poder do PlayStation 3".
Na trama, Nathan Drake partirá em busca da lendária "Atlântida das Areias", a cidade de Rub’ al Khali. A jornada levará o caçador de fortunas ao coração do deserto da Arábia, uma busca que colocará ele e seu mentor Victor Sullivan contra uma organização ocultista clandestina e seu líder impiedoso
A Sony promete a volta do multiplayer competitivo e cooperativo em cenários ainda maiores, agora integrando os elementos cinematográficos da campanha para um jogador na experiência multiplayer.
Entre as novidades estão um novo sistema de combate desarmado, em que Nathan Drake pode enfrentar vários oponentes simultaneamente, e mais opções furtivas. Novas opções de movimentação e elementos de combate armado também estão na pauta, além de aprimoramentos na física, qualidade visual e efeitos de ambientação, como areia, fogo, fumaça, dinâmica da água, etc.
A primeira demonstração do game acontecerá no programa Late Night with Jimmy Fallon no dia 13 de dezembro.
O lançamento de Uncharted 3: Drake's Deception está marcado para 1º de dezembro de 2011
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Thor: God of Thunder (Consoles Xbox360,DS,PS3,PSP,Wii, não aparecera em suas páginas!)
O título, em desenvolvimento pela Sega com colaboração do roteirista de quadrinhos Matt Fraction, que já trabalhou com o herói, segue o estilo de ação e aventura com perspectiva em terceira pessoa, e conta em seu elenco com dublagens dos atores Chris Hemsworth e Tom Hiddleston, reprisando os seus papéis na adaptação do cinema como o protagonista Thor e o deus da discórdia, Loki, respectivamente.
Durante o jogo, Thor deve passar por inúmeros mundos da rica mitologia nórdica, enfrentando monstros e inimigos como Ulik, Ymir e Surtur. Para isso, o herói conta com o seu lendário martelo Mjölnir como principal arma , além de poder controlar as poderosas forças elementais de tempestades de relâmpagos e do vento - afinal, ele é o deus do trovão.
Além de magias, o jogo promete um sistema de combate cheio de ação com vários combos e a possibilidade de jogar o poderoso martelo contra os inimigos, que variam de tamanho desde aos mais pequenos até aos gigantescos, e exigem uma dose de estratégia extra dos jogadores. O jogo também apresenta um sistema de evolução, que concede a Thor novas habilidades, poderes e armas conforme ganha pontos de experiência.
Apesar de baseado no filme, o jogo conta com uma história totalmente inédita e exclusiva para os videogames, com o propósito de ampliar o universo mostrado no longa-metragem.
Assinar:
Comentários (Atom)