Preço:R$500,00(Outras edições: DSi: R$550,00; DSi XL: R$600,00; 3DS: Não definido)
Gráfico: 8,6(3DS:9,0)
Jogabilidade: Portátil (8,0)
Extras: Outras versões DSi,DSi XL,3DS.
Ranking (para nós):4º
Nintendo Dsi
Muito foi falado sobre a versão revigorada do Nintendo DS, principalmente sobre o surgimento de câmeras (sim, duas), suporte a cartões SD e desaparecimento do slot para jogos do Game Boy Advance.
Após um bom período de testes, percebi que vale a pena ter um DSi. Entretanto, se você já tem um DS, é difícil dizer se realmente vale a pena "mudar de ares" e adquirir um DSi. Ainda assim, apresentando funcionalidades semelhantes com as do Nintendo Wii (embora sem o mesmo poder de processamento, é claro), a plataforma recompensa todos aqueles que procuram um video game amigável e extremamente prático.
Após um bom período de testes, percebi que vale a pena ter um DSi. Entretanto, se você já tem um DS, é difícil dizer se realmente vale a pena "mudar de ares" e adquirir um DSi. Ainda assim, apresentando funcionalidades semelhantes com as do Nintendo Wii (embora sem o mesmo poder de processamento, é claro), a plataforma recompensa todos aqueles que procuram um video game amigável e extremamente prático.
Resolvi, portanto, analisar o DSi em uma série de quesitos. Aqui, você poderá conferir comparações interessantes com o Nintendo DS Lite, a última versão do DS. Aspectos físicos e virtuais do DSi, diferenças básicas entre as plataformas, testes com diversos jogos... Enfim, se você gosta de consoles portáteis, não deixe de conferir esta análise quente de mais um video game da "Big N".
Aparência
Bonito, simples e relativamente confortável. Tanto fisicamente quanto virtualmente. O DSi carrega todo o estilo característico da Nintendo através da nova aparência e das novas funcionalidades virtuais. É interessante perceber que a empresa de Shigeru Miyamoto investiu pesado na criação de um console balanceado, ideal para quem gosta da diversão típica da Nintendo.
- Características técnicas
Logo em um primeiro contato, a maior diferença física entre o DSi e o DS é o desaparecimento do slot dedicado a jogos compatíveis com o console Game Boy Advance. Utilizar acessórios que se encaixam no slot, como o conjunto de botões deGuitar Hero: On Tour? Negativo. Em contrapartida, surgem duas câmeras no DSi, uma na parte de trás do portátil e outra ao lado do microfone central assim que o usuário abre o console.
Além disso, o console conta com uma série de ferramentas para que os usuários manipulem as fotos de forma descontraída. Pode-se, por exemplo, distorcer uma imagem com um simples risco na tela inferior do console. O resultado é algo parecido com isto:
Mais Nintendo, impossível. Enfim, o DSi ainda conta com uma tela maior (3,25 polegadas contra 3 do DS Lite), mas exibe a mesma quantidade de cores: 260.000. Em comparação com o DS Lite, o novo console é cerca de 4 mm mais largo, 1 mm mais comprido e 2,6 mm mais fino. Quanto à stylus (a pequena caneta para toques na tela inferior), não há grandes diferenças: aproximadamente 92 m no DSi e cerca de 87,5 mm no DS Lite.
214 gramas no DSi, 218 no DS Lite. É bom saber que o console ainda é um portátil. Ao que tudo indica, a retirada do slot para games do GBA foi compensada pelas câmeras. É de fundamental importância ressaltar que o DSi conta com um slot para cartões de memória SD, o que não ocorre nos outros DS. Foi através do cartão SD que o Baixaki Jogos conseguiu transportar as imagens do portátil para o computador.
Outro fator importante é a incompatibilidade entre os carregadores de bateria dos dois consoles em questão. O adaptador AC para o DSi (4,6 V) infelizmente não pode ser utilizado para que as baterias de outros DS (DS Lite = 5,2 V) sejam carregadas.
Falando em bateria, demora cerca de 2 horas e 30 minutos para carregar a energia do DSi. No DS Lite, isso é feito em aproximadamente 3 horas. A seguir, acompanhe uma pequena tabela com os números de horas que indicam a duração da bateria dos portáteis de acordo com a intensidade do brilho aplicado nas telas:
Bem, não é possível ganhar todas, não é mesmo? Felizmente, o DSi compensa esses pontos negativos — como duração da bateria e falta do slot para games do GBA — com uma aparência agradável, câmeras, funcionalidades extras e um ótimo desempenho.
Esteticamente, ponto para o DSi. Pequenas mudanças na aparência fazem com que o novo console da Nintendo seja ligeiramente melhor que os demais portáteis da empresa. Bom, pelo menos o que eu — Ricardo Fadel — achei após testar o DSi e compará-lo com o DS Lite durante horas e horas. Portanto, é claro que essa constatação é inteiramente pessoal.
Quando você segura um DSi e um DS Lite ao mesmo tempo, imediatamente percebe duas coisas: diferença na textura da superfície geral das plataformas e disposição modificada de certos componentes (como o botão Power). A textura externa do DSi é um pouco mais áspera e aderente, tornando o visual do console fosco em relação à aparência do DS Lite. No DS Lite, apenas a textura das superfícies internas é semelhante ao que ocorre em toda a "carcaça" do DSi.
No DSi, os botões laterais L e R não incorporam inteiramente o console, pois são ligeiramente salientes. Isso é até bom, pois torna mais fácil o ato de pressioná-los. A entrada para fones de ouvido permanece no mesmo lugar, mas o botão de volume está em outra seção da parte lateral do DSi e não conta com um controle deslizante.
O tão famoso botão de Power (para ligar e desligar o console) não está na lateral do DSi. Em seu lugar, há o slot para cartões SD. Também abolindo o controle deslizante nesse ponto, a Nintendo decidiu colocar o botão na parte interna do novo console, ao lado do canto inferior esquerdo da tela de baixo.
O botão ganhou, ainda, uma nova funcionalidade: retornar ao menu inicial do DSi. Isso é impossível no DS Lite, que obriga o jogador a salvar o progresso no jogo, desligar o console e ligá-lo novamente para ter acesso à tela inicial da interface virtual. No DSi, basta apertar o Power uma vez (sem segurar o botão, pois isso faz com que o video game seja desligado) para retornar ao menu amigável da plataforma.
Mais Nintendo, impossível. Enfim, o DSi ainda conta com uma tela maior (3,25 polegadas contra 3 do DS Lite), mas exibe a mesma quantidade de cores: 260.000. Em comparação com o DS Lite, o novo console é cerca de 4 mm mais largo, 1 mm mais comprido e 2,6 mm mais fino. Quanto à stylus (a pequena caneta para toques na tela inferior), não há grandes diferenças: aproximadamente 92 m no DSi e cerca de 87,5 mm no DS Lite.
214 gramas no DSi, 218 no DS Lite. É bom saber que o console ainda é um portátil. Ao que tudo indica, a retirada do slot para games do GBA foi compensada pelas câmeras. É de fundamental importância ressaltar que o DSi conta com um slot para cartões de memória SD, o que não ocorre nos outros DS. Foi através do cartão SD que o Baixaki Jogos conseguiu transportar as imagens do portátil para o computador.
Outro fator importante é a incompatibilidade entre os carregadores de bateria dos dois consoles em questão. O adaptador AC para o DSi (4,6 V) infelizmente não pode ser utilizado para que as baterias de outros DS (DS Lite = 5,2 V) sejam carregadas.
Falando em bateria, demora cerca de 2 horas e 30 minutos para carregar a energia do DSi. No DS Lite, isso é feito em aproximadamente 3 horas. A seguir, acompanhe uma pequena tabela com os números de horas que indicam a duração da bateria dos portáteis de acordo com a intensidade do brilho aplicado nas telas:
| Nível do brilho | DSi | DS Lite |
| Mínimo | 9 a 4 horas | 15 a 19 horas |
| Baixo | 8 a 12 horas | 10 a 15 horas |
| Médio | 6 a 9 horas | — |
| Alto | 4 a 6 horas | 7 a 11 horas |
| Máximo | 3 a 4 horas | 5 a 8 horas |
Bem, não é possível ganhar todas, não é mesmo? Felizmente, o DSi compensa esses pontos negativos — como duração da bateria e falta do slot para games do GBA — com uma aparência agradável, câmeras, funcionalidades extras e um ótimo desempenho.
- Estética e conforto
Esteticamente, ponto para o DSi. Pequenas mudanças na aparência fazem com que o novo console da Nintendo seja ligeiramente melhor que os demais portáteis da empresa. Bom, pelo menos o que eu — Ricardo Fadel — achei após testar o DSi e compará-lo com o DS Lite durante horas e horas. Portanto, é claro que essa constatação é inteiramente pessoal.
Quando você segura um DSi e um DS Lite ao mesmo tempo, imediatamente percebe duas coisas: diferença na textura da superfície geral das plataformas e disposição modificada de certos componentes (como o botão Power). A textura externa do DSi é um pouco mais áspera e aderente, tornando o visual do console fosco em relação à aparência do DS Lite. No DS Lite, apenas a textura das superfícies internas é semelhante ao que ocorre em toda a "carcaça" do DSi.
O tão famoso botão de Power (para ligar e desligar o console) não está na lateral do DSi. Em seu lugar, há o slot para cartões SD. Também abolindo o controle deslizante nesse ponto, a Nintendo decidiu colocar o botão na parte interna do novo console, ao lado do canto inferior esquerdo da tela de baixo.
O botão ganhou, ainda, uma nova funcionalidade: retornar ao menu inicial do DSi. Isso é impossível no DS Lite, que obriga o jogador a salvar o progresso no jogo, desligar o console e ligá-lo novamente para ter acesso à tela inicial da interface virtual. No DSi, basta apertar o Power uma vez (sem segurar o botão, pois isso faz com que o video game seja desligado) para retornar ao menu amigável da plataforma.
Nintendo DSi Xl
O Nintendo DSi XL é um console de videogame portátil produzido pela japonesa Nintendo. É uma versão maior de seu antecessor, o Nintendo DSi, que continuará a ser vendido paralelamente à nova edição. Foi lançado no Japão em 21 de novembro de 2009, na Europa em 5 de Março de 2010 e será lançado na América do Norte em 28 de março de 2010.
As telas são 4,2 polegadas de diagonal. Para comparação, medir o DSi telas de 3,25 polegadas e telas do DS Lite são 3 polegadas. Como é apenas uma pequena revisão do hardware, não há razão para acreditar que vai mudar a resolução de 256x192 pixels por tela. A razão para as telas maiores é atribuída principalmente a permitir mais fácil jogar em jogos que o texto pequeno recurso e jogabilidade precisão. Outra razão, segundo o presidente da Nintendo Satoru Iwata, é "oferecer um novo estilo de jogo, onde aqueles que estão cercando o jogador do jogo pode também juntar em uma forma ou de outra para a jogabilidade.". A versão em japonês será lançado em três cores: Wine Red, Dark Brown, e Natural White. No anúncio foi feito em relação a cor para qualquer outra região.
A XL DSi, como qualquer outro DS, inclui uma caneta que se encaixa dentro da unidade. A caneta DSi XL é 96 milímetros de comprimento, apenas 4 milímetros mais longo do que a caneta sobre o DSi. O XL inclui também uma longa 129,3 milímetros caneta em forma de caneta, que não se enquadra dentro do console. Além disso, pela primeira vez na linha DS, dois modelos de DS irá partilhar um transformador comum. A XL DSi vai usar o adaptador AC que o DSi.
Apesar do aumento do tamanho das telas, a bateria do DSi XL supostamente dura mais que no DSi. Nintendo alega 13-17 horas de autonomia na definição brightness mais baixos, em comparação com 9-14 no DSi. No alto brilho, a XL DSi supostamente dura 4-5 horas, uma hora a mais do que o intervalo para o DSi.
Pré-carregados na memória interna: o DSi Browser, Studio Flipnote, Brain Age Express: Artes e Letras, Brain Age Express: Matemática, e Meikyou Kokugo Rakubiki Jiten, um programa de dicionário. Conteúdos para o norte-americano e lançamentos europeus ainda têm de ser confirmadas.
Como o DSi, a XL será capaz de jogar cartuchos de DS, incluindo os que foram concebidos apenas para o DSi e aprimorado para o DSi. Ele também será capaz de baixar e jogar jogos da DSiWare. Como o DSi atual, não há slot para cartuchos de Game Boy Advance.
A CVG deu ao hardware um 8.0, elogiando as telas maiores para a sua clareza e permitindo maior precisão em certos jogos.
Nintendo 3DS
Assim como o antecessor, o portátil também apresenta uma tela inferior sensível ao toque. Entre outros atrativos, o videogame permite tirar fotos em 3D e se conecta à internet via Wi-Fi.
Esta versão conta com o serviço Virtual Console, que atualmente distribui jogos antigos para Wii. No Nintendo 3DS haverá a adição de títulos para Game Boy e Game Boy Advance, que não estão no catálogo atual da loja, e clássicos adaptados para 3D.
Também foi mencionada a presença de Miis, avatares presentes no Wii e em alguns poucos títulos para Nintendo DS, bem como o Tag Mode, que permite a troca de dados entre dois ou mais 3DS quando estão na função Sleep, ativada ao fechar as telas do portátil quando ele ainda está ligado.
E agora os jogos para nintendo Ds(incluindo todas as versões e com apenas as postagens do blog):
Tom Clancy's Ghost Recon: Future Soldier
Em comparação ao seu antecessor "Ghost Recon Advanced Warfighter", "Future Soldier" tem poucas diferenças, mas que modificam bastante a forma de se jogar esse game de tiro em terceira pessoa.
O combate se passa em um futuro próximo, entre 10 e 15 anos distante. Uma das primeiras missões mostra o esquadrão especial Ghost em uma missão na costa europeia. Os soldados foram informados que um comboio americano seria atacado pelos russos, portanto, o objetivo é de proteger e manter a segurança de seus compatriotas.
No comando dos soldados, a primeira mudança que interfere na jogabilidade é a presença de uma camuflagem de invisibilidade. Com ela, se aproximar dos adversários e se movimentar nas áreas de combate é muito mais fácil que em qualquer outro "Ghost Recon". A vantagem estratégica demanda também mais cautela na hora de agir, já que as barreiras são destrutíveis e não vão aguentar muito tempo nos tiroteios.
A visão de câmera muda para primeira pessoa quando é ativado a mira enquanto se está atras de uma cobertura, recurso adicionado para aumentar a imersão. Os produtores ainda se preocuparam em criar cenários realistas e fazer "Future Soldier" rodar a 60 quadros por segundo para proporcionar um visual mais bonito e fluido.
A grande novidade é a possibilidade de se jogar com até mais três pessoas, cada um controlando um membro da equipe. Essa alteração implica em elementos também quando se joga sozinho, já que delegar ordens para a inteligência artificial foi resumida a poucos comandos, para exatamente incentivar a jogatina multijogador.
Filmes de super-heróis têm garantia certa de adaptação para videogames. Foi assim com os "X-men", "Homem-Aranha" e "Homem de Ferro", e agora o próximo a entrar nesta lista é o personagem da editora Marvel, Capitão América, em conjunto com o lançamento do longa-metragem.
"Super Soldier" é um jogo de ação em terceira pessoa, ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, com o herói enfrentando o seu grande rival, o Caveira Vermelha, dentro das muralhas de um castelo que é agora base da organização criminosa Hydra.
O título possui uma mecânica bem diversificada, com exploração em plataformas e ação intensa com vários tipos de ataques e combos devastadores. É claro que o icônico escudo do herói está presente na aventura, tendo um papel fundamental durante as batalhas, podendo derrubar vários inimigos ao mesmo tempo, desviar projéteis de volta aos inimigos além de também ser usado para resolver quebra-cabeças.
A história do jogo é escrita pelo roteirista de quadrinhos e filmes Christos Gage e está definida como "dentro do mesmo mundo" mostrado no filme, mas não segue necessariamente os mesmos pontos mostrados na película.
O personagem foi criado em 1941 por Joe Simon e Jack Kirby, já vendendo mais de 200 milhões de revistas em quadrinhos em todo o mundo, e é um dos elementos chave do grupo de super-heróis Os Vingadores.
"Super Soldier" é um jogo de ação em terceira pessoa, ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, com o herói enfrentando o seu grande rival, o Caveira Vermelha, dentro das muralhas de um castelo que é agora base da organização criminosa Hydra.
O título possui uma mecânica bem diversificada, com exploração em plataformas e ação intensa com vários tipos de ataques e combos devastadores. É claro que o icônico escudo do herói está presente na aventura, tendo um papel fundamental durante as batalhas, podendo derrubar vários inimigos ao mesmo tempo, desviar projéteis de volta aos inimigos além de também ser usado para resolver quebra-cabeças.
A história do jogo é escrita pelo roteirista de quadrinhos e filmes Christos Gage e está definida como "dentro do mesmo mundo" mostrado no filme, mas não segue necessariamente os mesmos pontos mostrados na película.
O personagem foi criado em 1941 por Joe Simon e Jack Kirby, já vendendo mais de 200 milhões de revistas em quadrinhos em todo o mundo, e é um dos elementos chave do grupo de super-heróis Os Vingadores.
The Sims 3
O popular simulador de vida "The Sims 3" foi lançado em 2009 para computadores e agora chega aos videogames caseiros.
Nesta edição, a ideia é tornar a série ainda mais universal e acessível a diversos perfis de jogadores. Com ele o jogador pode criar Sims com personalidades únicas e controlar suas vidas em ambientes movimentados, enfrentar desafios para destravar itens adicionais e conseguir melhorias para a cidade, casas e edifícios.
O sistema de criação e edição vista nos computadores permanece nos consoles. Após criar um Sim e dar-lhe características de personalidade, o jogador escolhe um desejo de vida para ele, uma meta para ser alcançada, como se tornar estrela do cinema ou da música. Durante o curso da vida do Sim, objetivos menores aparecem para direcioná-lo no caminho certo para cumprir o seu desejo.
De acordo com a produtora, cada versão tem funcionalidades especiais, como a inclusão de ciclos e desejos de vida, que se diferenciam do que foi visto no PC.
As edições para Xbox 360 e PlayStation 3, por exemplo, contam com um sistema de carma, permitindo aos jogadores destrancar poderes para abençoar ou amaldiçoar personagens. Há ainda um grande foco na conectividade online, sendo possível os jogadores compartilhar e fazer download de conteúdos nas redes online Xbox live e PSN, incluindo móveis, casas e outros.
Já a edição para Wii tem uma cidade praiana com novos moradores, carreiras, traços e desejos. É possível também desbloquear poderes adicionais para aplicar nos Sims. O sistema de construção de casas e edifícios não é tão profundo como no PC, mas conta com partes pré-fabricadas exclusivas. As carreiras são voltadas para o tema de praia, como porteiro de hotel ou guia de turismo. O modo multiplayer oferece algo inédito para a franquia: a possibilidade de se jogar cooperativamente em até quatro jogadores.
Por fim, no Nintendo DS, há um modo de história e um sistema de construção robusto, em que os jogadores podem usar a tela de toques para construir ou pintar paredes e interagir facilmente com o cenário.
Nesta edição, a ideia é tornar a série ainda mais universal e acessível a diversos perfis de jogadores. Com ele o jogador pode criar Sims com personalidades únicas e controlar suas vidas em ambientes movimentados, enfrentar desafios para destravar itens adicionais e conseguir melhorias para a cidade, casas e edifícios.
O sistema de criação e edição vista nos computadores permanece nos consoles. Após criar um Sim e dar-lhe características de personalidade, o jogador escolhe um desejo de vida para ele, uma meta para ser alcançada, como se tornar estrela do cinema ou da música. Durante o curso da vida do Sim, objetivos menores aparecem para direcioná-lo no caminho certo para cumprir o seu desejo.
De acordo com a produtora, cada versão tem funcionalidades especiais, como a inclusão de ciclos e desejos de vida, que se diferenciam do que foi visto no PC.
As edições para Xbox 360 e PlayStation 3, por exemplo, contam com um sistema de carma, permitindo aos jogadores destrancar poderes para abençoar ou amaldiçoar personagens. Há ainda um grande foco na conectividade online, sendo possível os jogadores compartilhar e fazer download de conteúdos nas redes online Xbox live e PSN, incluindo móveis, casas e outros.
Já a edição para Wii tem uma cidade praiana com novos moradores, carreiras, traços e desejos. É possível também desbloquear poderes adicionais para aplicar nos Sims. O sistema de construção de casas e edifícios não é tão profundo como no PC, mas conta com partes pré-fabricadas exclusivas. As carreiras são voltadas para o tema de praia, como porteiro de hotel ou guia de turismo. O modo multiplayer oferece algo inédito para a franquia: a possibilidade de se jogar cooperativamente em até quatro jogadores.
Por fim, no Nintendo DS, há um modo de história e um sistema de construção robusto, em que os jogadores podem usar a tela de toques para construir ou pintar paredes e interagir facilmente com o cenário.
DJ Hero 3D
cubic ninja
Etrian Odyssey
Shin Megami Tensei Devil Survivor
Naruto Shippuden: Shinobi Rumble
Unico com informação:
Super Street Fighter IV 3D Edition
O projeto partiu da ideia de não deixar nada de fora e manter o conteúdo original intacto. Isto significa que os gráficos ficam em 3D, mas com a mecânica clássica em 2D, o que criou um estilo único para a série. Personagens clássicos como Ryu, Ken, Blanka, Guile e Chun-Li dão as caras ao lado de novos lutadores, a exemplo do hilário lutador de luta-livre El Fuerte e a sensual Crimson Viper.
Com o maior poder de processamento do Nintendo 3DS, a equipe de produção passou a experimentar efeitos extras para tirar proveito do 3D, como visuais de magias, por exemplo. O balanceamento não entrou em questão, o que garante a fidelidade da mecânica.
Entre as novidades estudadas estão o uso da tela sensível ao toque, em algo similar ao visto no iPhone, como um controle virtual. Isto pode funcionar como um conjunto auxiliar para facilitar a execução de combos e especiais, com simulação do uso de vários botões ao mesmo tempo. O direcional analógico, chamado de slide pela Nintendo, também ganhou uso.
- Activision — DJ Hero 3D
- AQ Interactive — cubic ninja
- Atlus — Etrian Odyssey, Shin Megami Tensei, Shin Megami Tensei: Persona, Shin Megami Tensei: Devil Survivor
- Capcom — Resident Evil: Revelations, Super Street Fighter IV 3D Edition (título provisório), Resident Evil: The Mercenaries 3D, Mega Man Legends 3
- Electronic Arts — FIFA Soccer, Madden NFL, The Sims 3
- Gameloft — Asphalt GT
- Harmonix — Jogo de música
- HudsonSoft — Bomberman, Deca Sports, Kororinpa
- Konami — Baseball, Contra, Frogger, Metal Gear Solid: Snake Eater 3D "The Naked Sample", Pro Evolution Soccer/Winning Eleven
- Level-5 — Professor Layton and the Mask of Miracle (título provisório), Professor Layton vs. Ace Attourney (com colaboração da Capcom)
- Majesco — BloodRayne: The Shroud, A Boy and His Blob, Face Racers: Photo Finish, Lion's Pride: Adventures on the Serengetti, Martha Stewart, WonderWorld Amusement Park
- Marvelous — Bokujyoumonogatari 3D (título provisório)
- Namco Bandai — Dragon Ball, Gundam, Pac-Man & Galaga, Ridge Racer, Super Robot (todos títulos provisórios)
- Nintendo — Animal Crossing, Kid Icarus Uprising, Mario Kart 3DS, nintendogs+cats, Paper Mario, PilotWings Resort, Star Fox 64 3D, Steel Driver, The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D
- Rocket — Crash-City GP, VS-robo
- SEGA — Sonic, Super Monkey Ball (ambos títulos provisórios)
- Square Enix — Codename: Chocobo Racing 3D, Dragon Quest, Final Fantasy, Kingdom Hearts 3D(TBA official name)
- Take-Two — Carnival Games
- Tecmo Koei — Dead or Alive 3D, Dynasty Warriors, Ninja Gaiden, Samurai Warriors 3D (todos títulos provisórios)
- Tomy — Lovely Lisa 3D, Naruto Shippuden Action
- THQ — de Blob 2, Kung Fu Panda Kaboom of Doom, Marvel Super Hero Squad Infinity Gauntlet, The Penguins of Madagascar, Puss N Boots, Saints Row: Drive-By
- Ubisoft — Assassin's Creed: Lost Legacy, Battle of Giants: Dinosaur Strike, Driver Renegade, Hollywood 61 (título provisório), Ghost Recon, Splinter Cell: Chaos Theory
- Warner Bros. — Batman, LEGO

