Preço:R$700,00
Gráfico:Nota 8,0
Jogabilidade:Sensor de Movimentos(9,5)
Ranking:3º
Os jogos:
Driver: San Francisco
Após alguns tropeços, a série "Driver" volta em um episódio que busca resgatar as melhores características do jogo original e adiciona um novo e curioso sistema de controle mental de motoristas.
"Driver: San Francisco" começa onde "Driver 3" acaba; depois do protagonista Tanner levar um tiro de seu arqui-inimigo Jericho, ele entra em coma. Só que, mesmo no período em que está inconsciente, Tanner adquire uma misteriosa habilidade que dá a ele o poder de comandar qualquer motorista da cidade.
Esse sistema, chamado Shift, acontece em tempo real ao apertar apenas um botão. O tempo para e uma retícula surge na tela permitindo que o jogador escolha qual carro quer controlar. Essa nova manobra foi a forma encontrada pelos produtores de criar uma variedade de jogabilidade com diversos carros - são mais de 100, todos eles, pela primeira vez na série, licenciados.
Além disso, durante as missões o Shift cria oportunidades de emboscadas e rápidas inversões de direção. A cidade de São Francisco foi totalmente recriada, incluindo seus famosos pontos turísticos. Uma visão mais afastada durante o Shift mostra o mapa da cidade e várias pessoas, cada uma com sua história, andando com seus carros.

"Nós queríamos mostrar que cada pessoa que está ali, e pode ser controlada, tem uma história. E às vezes você pode ajudá-las com alguma coisa", disse Martin Edmondson, diretor criativo do game.
É possível, por exemplo, entrar na consciência de um policial que está em uma perseguição e ajudá-lo a evitar que o bandido fuja. Se durante o percurso você bater, basta trocar rapidamente para o outro policial e, quem sabe, procurar algum caminhão que está vindo na direção contrária e usá-lo para bloquear a passagem.
Tom Clancy's Ghost Recon: Future Soldier
Mais que uma continuação com novo título, "Future Soldier" modifica a forma como o esquadrão Ghost age nas missões, agora com modalidade cooperativa para até quatro pessoas.
Em comparação ao seu antecessor "Ghost Recon Advanced Warfighter", "Future Soldier" tem poucas diferenças, mas que modificam bastante a forma de se jogar esse game de tiro em terceira pessoa.
O combate se passa em um futuro próximo, entre 10 e 15 anos distante. Uma das primeiras missões mostra o esquadrão especial Ghost em uma missão na costa europeia. Os soldados foram informados que um comboio americano seria atacado pelos russos, portanto, o objetivo é de proteger e manter a segurança de seus compatriotas.
No comando dos soldados, a primeira mudança que interfere na jogabilidade é a presença de uma camuflagem de invisibilidade. Com ela, se aproximar dos adversários e se movimentar nas áreas de combate é muito mais fácil que em qualquer outro "Ghost Recon". A vantagem estratégica demanda também mais cautela na hora de agir, já que as barreiras são destrutíveis e não vão aguentar muito tempo nos tiroteios.
A visão de câmera muda para primeira pessoa quando é ativado a mira enquanto se está atras de uma cobertura, recurso adicionado para aumentar a imersão. Os produtores ainda se preocuparam em criar cenários realistas e fazer "Future Soldier" rodar a 60 quadros por segundo para proporcionar um visual mais bonito e fluido.
A grande novidade é a possibilidade de se jogar com até mais três pessoas, cada um controlando um membro da equipe. Essa alteração implica em elementos também quando se joga sozinho, já que delegar ordens para a inteligência artificial foi resumida a poucos comandos, para exatamente incentivar a jogatina multijogador.
Driver: San Francisco
"Driver: San Francisco" começa onde "Driver 3" acaba; depois do protagonista Tanner levar um tiro de seu arqui-inimigo Jericho, ele entra em coma. Só que, mesmo no período em que está inconsciente, Tanner adquire uma misteriosa habilidade que dá a ele o poder de comandar qualquer motorista da cidade.
Esse sistema, chamado Shift, acontece em tempo real ao apertar apenas um botão. O tempo para e uma retícula surge na tela permitindo que o jogador escolha qual carro quer controlar. Essa nova manobra foi a forma encontrada pelos produtores de criar uma variedade de jogabilidade com diversos carros - são mais de 100, todos eles, pela primeira vez na série, licenciados.
Além disso, durante as missões o Shift cria oportunidades de emboscadas e rápidas inversões de direção. A cidade de São Francisco foi totalmente recriada, incluindo seus famosos pontos turísticos. Uma visão mais afastada durante o Shift mostra o mapa da cidade e várias pessoas, cada uma com sua história, andando com seus carros.
"Nós queríamos mostrar que cada pessoa que está ali, e pode ser controlada, tem uma história. E às vezes você pode ajudá-las com alguma coisa", disse Martin Edmondson, diretor criativo do game.
É possível, por exemplo, entrar na consciência de um policial que está em uma perseguição e ajudá-lo a evitar que o bandido fuja. Se durante o percurso você bater, basta trocar rapidamente para o outro policial e, quem sabe, procurar algum caminhão que está vindo na direção contrária e usá-lo para bloquear a passagem.
Em comparação ao seu antecessor "Ghost Recon Advanced Warfighter", "Future Soldier" tem poucas diferenças, mas que modificam bastante a forma de se jogar esse game de tiro em terceira pessoa.
O combate se passa em um futuro próximo, entre 10 e 15 anos distante. Uma das primeiras missões mostra o esquadrão especial Ghost em uma missão na costa europeia. Os soldados foram informados que um comboio americano seria atacado pelos russos, portanto, o objetivo é de proteger e manter a segurança de seus compatriotas.
No comando dos soldados, a primeira mudança que interfere na jogabilidade é a presença de uma camuflagem de invisibilidade. Com ela, se aproximar dos adversários e se movimentar nas áreas de combate é muito mais fácil que em qualquer outro "Ghost Recon". A vantagem estratégica demanda também mais cautela na hora de agir, já que as barreiras são destrutíveis e não vão aguentar muito tempo nos tiroteios.
A visão de câmera muda para primeira pessoa quando é ativado a mira enquanto se está atras de uma cobertura, recurso adicionado para aumentar a imersão. Os produtores ainda se preocuparam em criar cenários realistas e fazer "Future Soldier" rodar a 60 quadros por segundo para proporcionar um visual mais bonito e fluido.
A grande novidade é a possibilidade de se jogar com até mais três pessoas, cada um controlando um membro da equipe. Essa alteração implica em elementos também quando se joga sozinho, já que delegar ordens para a inteligência artificial foi resumida a poucos comandos, para exatamente incentivar a jogatina multijogador.
Legend of Zelda: Skyward Sword
"The Legend of Zelda: Skyward Sword" faz uso do acessório Motion Plus para aumentar a fidelidade com que os movimentos feitos pelo jogador sãi reproduzidos pelo herói Link. Por ser a primeira aventura produzida 100% para o Wii - já que "Twilight Princess" foi lançado também para GameCube - toda a mecânica de jogo foi adaptada para os novos recursos.
A forma como se controla Link mudou. Agora, cada mão representa, de fato, os membros do protagonista. A mão que segura o Wii Remote representará a espada, e a que segura o Nunchuk, o escudo. Desta forma, o jogador deve segurar os controles da forma como Link se posiciona em combate.
Ao movimentar o Wii Remote para os lados, Link executa ataques precisos, na direção desejada. Essa maior precisão é bem exigida nos combates que estão mais estratégicos do que nunca. Alguns inimigos deverão ser acertados em uma direção específica para serem derrotados, como acontece com as plantas carnívoras, que só são vencidas ao receber golpes horizontais em sua boca.
Outros inimigos ficam atentos à posição em que Link segura a espada para defender os ataques. Para acertá-los, é preciso movimentar a lâmina rapidamente para confundir a guarda adversária..
Os combates táticos tornam a experiência de se jogar "Zelda" algo completamente novo, mesmo que a nova aventura ainda tenha muitos elementos conhecidos da série, como exploração de cenários e quebra-cabeças.
Mão no bolso
Algo que foi aprimorado em "Skyward Sword" é a facilidade de se usar itens. Exemplificado por Shigeru Miyamoto, criador da série e diretor de desenvolvimento da Nintendo, como "tão fácil quanto colocar a mão no bolso", a nova forma de se acessar os itens é realmente intuitiva. Basta colocar o Wii Remote na direção do bolso e segurar o botão B. Desta forma, um círculo com todos os seus itens aparece, e então basta selecionar um deles movimentando o controle em sua direção.
Além da espada, Link conta com um estilingue. Desta vez não é preciso mais segurar nenhum botão para mirar, já que uma retícula fica automaticamente na tela ao escolher o estilingue. O arco-e-flecha também ganha nova forma de interação, muito mais intuitiva, já que para atirar uma flecha basta simular o movimento de um arco de verdade, levando o Nunchuk para trás.
Uma das novidades é a bomba, que pode ser arremessada por cima dos ombros ou como uma bola de boliche - o jogador é quem escolhe ao fazer o movimento correspondente. Outra novidade é um besouro, controlado por meio do eixo do Wii Remote e pode ser usado para alcançar itens em localidades de difícil acesso. Entre novos itens, Link ganhou a habilidade de manusear um chicote, ideal para derrotar inimigos aéreos, pegar itens e cortar gramas distantes.
"The Legend of Zelda: Skyward Sword" tem um estilo visual que é um meio termo entre o 3D de "Twilight Princess" e o cel shading de "Wind Waker". O resultado são gráficos muito coloridos e agradáveis, que criam um mundo vivo e alegre.
No enredo, Link vive em uma ilha flutuante chamada Skyloft. A superfície terrestre, por sua vez, é ocupada por forças malignas.
Mario Sports Mix
"Mario Sports Mix" é a primeira coletânea de esportes de Mario e companhia - sem contar os jogos de Olimpíadas e Olimpíadas de Inverno - e reúne quatro modalidades, sendo que de três o bigodudo nunca participou.
Vôlei, hóquei, queimada e basquete são os esportes de "Sports Mix". Deles, apenas basquete já teve uma aparição, em "Mario Hoops 3-on-3", produzido pela Square Enix para Nintendo DS, em 2006.
Em todos os esportes, as regras oficiais não são as principais. Obter moedas e usar itens é a melhor forma de se conseguir vantagens, não importando o esporte. Em todas as disputas, as famosas trapaças estão disponíveis, como atacar cascos verdes ou largar cascas de banana pelo caminho.
Além disso, cada personagem tem seu poder especial característico. Mario, por exemplo, pode dar uma cortada especial de fogo ou uma super enterrada flamejante. Yoshi, por sua vez, usa ataques com auxílio do arco-íris para enganar os adversários.
Os cenários também prometem continuar interativos e interferir durante as partidas, como a DK Dock, quadra de vôlei onde o piso desliza da esquerda para direita constantemente. Na quadra de basquete Bowser Jr. Blvd , círculos oferecem bônus, que
Todos que já jogaram algum dos games de esporte de Mario sabem o quanto a fórmula é divertida, portanto, "Mario Sports Mix" tem quatro vezes chances de dar certo no Wii.
Top Spin 4
"Top Spin 4" é o mais recente título do simulador em tempo real de tênis profissional distribuído pela 2K Sports, que procura oferecer uma experiência realista do esporte.
A produtora promete muitas melhorias, como controles mais sensíveis e intuitivos, uma atmosfera emocionante nas quadras com a presença de fãs do esporte, ângulos de câmera como se fosse uma transmissão de TV e 25 atletas famosos a exemplo de Pete Sampras e Andre Agassi, recriados de maneira fiel, com as mesmas roupas e movimentos característicos dos tenistas. Ou se preferir, o jogador tem a opção de criar e customizar o seu próprio atleta, com um estilo único.
Não apenas os atletas, mas também as famosa quadras foram recriadas, para tornar a experiência o mais autêntica possível. Com uma mecânica de jogo redefinida, o título é acessível para jogadores casuais e com profundidade para os mais dedicados, com partidas ágeis que permitem que se explore as fraquezas do adversário em qualquer nível de habilidade.
O game apresenta um medidor dividido em três partes, que controla a força e precisão dos movimentos com a raquete. Alguns movimentos característicos, como flat spin e top spin, dependem da sincronização do jogador ao apertar ou soltar os botões de acordo com a animação do tenista na tela.
Há também um botão turbo, para raquetadas mais fortes e velozes, mas que consome um medidor de energia, o que pode acontecer também quando se corre muito pela quadra, deixando o atleta mais lento e cansado, o que pode custar a vitória em uma partida.
A produtora promete muitas melhorias, como controles mais sensíveis e intuitivos, uma atmosfera emocionante nas quadras com a presença de fãs do esporte, ângulos de câmera como se fosse uma transmissão de TV e 25 atletas famosos a exemplo de Pete Sampras e Andre Agassi, recriados de maneira fiel, com as mesmas roupas e movimentos característicos dos tenistas. Ou se preferir, o jogador tem a opção de criar e customizar o seu próprio atleta, com um estilo único.
Não apenas os atletas, mas também as famosa quadras foram recriadas, para tornar a experiência o mais autêntica possível. Com uma mecânica de jogo redefinida, o título é acessível para jogadores casuais e com profundidade para os mais dedicados, com partidas ágeis que permitem que se explore as fraquezas do adversário em qualquer nível de habilidade.
O game apresenta um medidor dividido em três partes, que controla a força e precisão dos movimentos com a raquete. Alguns movimentos característicos, como flat spin e top spin, dependem da sincronização do jogador ao apertar ou soltar os botões de acordo com a animação do tenista na tela.
Há também um botão turbo, para raquetadas mais fortes e velozes, mas que consome um medidor de energia, o que pode acontecer também quando se corre muito pela quadra, deixando o atleta mais lento e cansado, o que pode custar a vitória em uma partida.
Tony Hawk: Shred
Com uma mecânica mais simplificada, o jogo segue o estilo arcade que qualquer um pode jogar facilmente e sentir as emoções de realizar manobras com o skate. Além disso, o jogo também permite participar da modalidade na neve snowboarding, com cenários gelados nos Alpes franceses e em Pequim, na China.
Jogadores podem realizar manobras típicas das duas modalidades, com vários tipos de saltos e velocidades variáveis, seja no asfalto ou na neve. O título conta com diversos modos e desafios. Os jogadores dos consoles Wii e Xbox 360 também podem utilizar seus avatares do sistema como personagens no jogo, e o console da Nintendo possui ainda uma pista exclusiva em São Paulo.
"Shred" apresenta 11 diferentes atletas de skate e snowboard em versões virtuais, além de mais quatro destraváveis, com provas que prometem muita velocidade, adrenalina e manobras radicais. A trilha sonora conta com mais de 50 músicas de artistas famosos dos mais variados estilos, passando pelo hip hop, punk, rock e eletrônica.
Naruto Shippuden: Dragon Blade Chronicles
O novo episódio da série "Naruto Shippuden" traz algumas mudanças em sua estrutura, procurando retratar as aventuras baseadas na popular animação nipônica com enfoque em sua história, deixando de lado os combates frenéticos, bem característicos da franquia. O mundo está em perigo, e apenas o poder do legendário Dragon Blade e os raros orbs elementais podem salvá-lo. Assim, o jogador deve controlar o ninja loiro Naruto ou ainda o personagem Sasuke, salvando seus amigos e enfrentando o grupo Elemental Dragons chamados de Genryu, enquanto fortalece sua Dragon Blade, adquire novas habilidades e mágicas.
O título possui bastante ação, com elementos de jogos de plataforma 3D e lutas contra chefes. Há vários vídeos animados que ajudam a contar a história, porém aqueles não familiarizados com o universo de Naruto, podem ficar perdidos nas referências, já que o jogo não se preocupa em dar explicações mais detalhadas, presumindo que os jogadores já possuem essas informações.
Devido a essa ênfase na narrativa, o sistema de combate não é tão elaborado e profundo como em outros jogos da série, mesmo no Versus Mode, em que Naruto e Sasuke podem travar batalhas em uma pequena arena. Infelizmente não há opções avançadas de configuração no modo Versus, e é obrigatória a presença de um segundo jogador, já que não existe opção para duelos com a inteligência artificial.
O jogo é ideal para para os fãs de longa data do universo de Naruto, mas os jogadores que procuram por um jogo de luta mais complexo baseado no desenho animado, talvez tenham mais sorte em um dos outros títulos anteriores.
Captain America: Super Soldier
"Super Soldier" é um jogo de ação em terceira pessoa, ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, com o herói enfrentando o seu grande rival, o Caveira Vermelha, dentro das muralhas de um castelo que é agora base da organização criminosa Hydra.
O título possui uma mecânica bem diversificada, com exploração em plataformas e ação intensa com vários tipos de ataques e combos devastadores. É claro que o icônico escudo do herói está presente na aventura, tendo um papel fundamental durante as batalhas, podendo derrubar vários inimigos ao mesmo tempo, desviar projéteis de volta aos inimigos além de também ser usado para resolver quebra-cabeças.
A história do jogo é escrita pelo roteirista de quadrinhos e filmes Christos Gage e está definida como "dentro do mesmo mundo" mostrado no filme, mas não segue necessariamente os mesmos pontos mostrados na película.
O personagem foi criado em 1941 por Joe Simon e Jack Kirby, já vendendo mais de 200 milhões de revistas em quadrinhos em todo o mundo, e é um dos elementos chave do grupo de super-heróis Os Vingadores.
Need For Speed: Hot Pursuit
Um jogo para XBOX360, WII, PC e PS3
Para trazer a série de volta ao topo do pódio, a produtora resolveu trazer de volta as perseguições policiais, não as de "Most Wanted" que não proporcionava a experiência de urgência de perigo. Faltava o espírito dos primeiros jogos da série, um medo real dos homens da lei de transformar uma BMW M5 em uma lata de refrigerante amassada
Perseguições insanas
Jogar "Hot Pursuit" é uma experiência sem igual. Cada carro reage de uma forma diferente na pista. Os musculosos Ford GT ou Dodge Viper podem não ser os melhores para fazer curvas, mas rasgam o vento nas retas. Outros como Subaru Imprenza quase não são prejudicados ao sair do asfalto.
Ao ligar o game pela primeira vez, é pedido para o jogador incluir o código do Online Pass para que jogadores possam se conectar ao Autolog, rede social do game no qual são apresentados os amigos que estão online e seus feitos. Mesmo jogando o modo de carreira, os usuários disputam entre si, competindo pelo melhor tempo nas provas. Caso um recorde seja batido, é possível mandar uma mensagem para seu colega, tirando um sarro dele.
O modo carreira é bem extenso e dividido em duas partes: uma para as disputas "fora-da-lei" e outras com o jogador como policial. Em ambos os casos a variedade de eventos é bem balanceada. Para os corredores existem as corridas comuns, contra outros oito carros; disputas entre dois corredores e, claro, a fuga da polícia na categoria Hot Pursuit.
Nessa última, além de ter que correr para chegar na frente, é necessário ficar de olho no que os policiais vão fazer para acabar com a corrida. Para se defender o jogador conta com armas como pregos, turbo, bloqueador de radar e o EMP, uma arma que dispara ondas eletro magnéticas que danificam o motor do alvo. Mas os mocinhos também contam com algumas cartas na manga, como o próprio EMP e os pregos - mas nada é tão mortal quanto os bloqueios de rua e os helicópteros. A força policial aérea é ainda mais letal, pois os ataques continuam até que algum carro seja acertado com suas armadilhas.
"Hot Pursuit" conta com um sistema de evolução de carreira no qual tanto os policiais, quanto os fugitivos vão ganhando pontos conforme a atuação na pista, seja derrapando, andando na contra mão ou destruindo os rivais. A cada nível ganho, mais carros são liberados e mais difícil vão se tornando as provas.
No modo online são três opções de jogo, a corrida normal, a polícia contra suspeitos e o disputadíssimo um contra um chamado Interceptor - nele um jogador deve despistar o policial, podendo usar atalhos ou mesmo mudar de caminho abruptamente. Em todos os casos, as partidas transcorrem sem engasgos e são bem desafiantes e divertidas.
Pare no acostamento - e veja a paisagem
A seleção de carros foi feita com cuidado, colocando apenas modelos que estão nos sonhos dos visitantes de salões de automóveis. Lamborghinis, Porsches, BMWs, Mercedes e outras marcas famosas estão presentes - com exceção à Ferrari, que mais uma vez ficou de fora da série. Os modelos são os mais variados: dos exóticos, como a Mercedes McLaren, aos esportivos, como Porsche Carrera. Todos retratados fielmente, inclusive nos detalhes mais singelos, como o ronco do motor e os frisos de aerodinâmica.
Detalhes esses que podem ser observados por vários ângulos antes de se decidir. Inclusive quando as batidas mais espetaculares preenchem a tela. É quase inacreditável a forma que os possantes ficam amassados - peças se soltam, pneus são furados e vidros estilhaçam. Até os carros de passeio que povoam os traçados lembram modelos reais de tão detalhados.
Os traçados são um show à parte e variam entre trechos de vias expressas, estradas no alto de montanhas, à beira-mar, em desertos e túneis. Curvas sinuosas, retas que vão até a linha do horizonte e compõem um cenário inesquecível. Pena que os carros passam correndo a mais de 200 quilômetros por hora e detalhes como o nome de uma loja ou fazenda quase passam despercebidos, afinal os olhos devem ficar atentos à pista.
Em todas as pistas existem caminhos alternativos que se usados com sabedoria podem levar à vitória. As variações de hora da corrida vão do amanhecer ao fim da tarde e chegam noite adentro. O importante é que a corrida nunca deve parar, seja sob o sol à pino, seja em baixo de chuvas e trovões.
Pilotar os bólidos por essas pistas não poderia ser uma experiência melhor. É impossível não ficar empolgado ao sentir o peso do carro no controle. A sensação de velocidade é simplesmente inebriante, empolgante mesmo, e as curvas são feitas com os carros derrapando e os freios gritam quando têm a tarefa de parar o possante.
Para trazer a série de volta ao topo do pódio, a produtora resolveu trazer de volta as perseguições policiais, não as de "Most Wanted" que não proporcionava a experiência de urgência de perigo. Faltava o espírito dos primeiros jogos da série, um medo real dos homens da lei de transformar uma BMW M5 em uma lata de refrigerante amassada
Perseguições insanas
Jogar "Hot Pursuit" é uma experiência sem igual. Cada carro reage de uma forma diferente na pista. Os musculosos Ford GT ou Dodge Viper podem não ser os melhores para fazer curvas, mas rasgam o vento nas retas. Outros como Subaru Imprenza quase não são prejudicados ao sair do asfalto.
O modo carreira é bem extenso e dividido em duas partes: uma para as disputas "fora-da-lei" e outras com o jogador como policial. Em ambos os casos a variedade de eventos é bem balanceada. Para os corredores existem as corridas comuns, contra outros oito carros; disputas entre dois corredores e, claro, a fuga da polícia na categoria Hot Pursuit.
Nessa última, além de ter que correr para chegar na frente, é necessário ficar de olho no que os policiais vão fazer para acabar com a corrida. Para se defender o jogador conta com armas como pregos, turbo, bloqueador de radar e o EMP, uma arma que dispara ondas eletro magnéticas que danificam o motor do alvo. Mas os mocinhos também contam com algumas cartas na manga, como o próprio EMP e os pregos - mas nada é tão mortal quanto os bloqueios de rua e os helicópteros. A força policial aérea é ainda mais letal, pois os ataques continuam até que algum carro seja acertado com suas armadilhas.
No modo online são três opções de jogo, a corrida normal, a polícia contra suspeitos e o disputadíssimo um contra um chamado Interceptor - nele um jogador deve despistar o policial, podendo usar atalhos ou mesmo mudar de caminho abruptamente. Em todos os casos, as partidas transcorrem sem engasgos e são bem desafiantes e divertidas.
Pare no acostamento - e veja a paisagem
A seleção de carros foi feita com cuidado, colocando apenas modelos que estão nos sonhos dos visitantes de salões de automóveis. Lamborghinis, Porsches, BMWs, Mercedes e outras marcas famosas estão presentes - com exceção à Ferrari, que mais uma vez ficou de fora da série. Os modelos são os mais variados: dos exóticos, como a Mercedes McLaren, aos esportivos, como Porsche Carrera. Todos retratados fielmente, inclusive nos detalhes mais singelos, como o ronco do motor e os frisos de aerodinâmica.
Detalhes esses que podem ser observados por vários ângulos antes de se decidir. Inclusive quando as batidas mais espetaculares preenchem a tela. É quase inacreditável a forma que os possantes ficam amassados - peças se soltam, pneus são furados e vidros estilhaçam. Até os carros de passeio que povoam os traçados lembram modelos reais de tão detalhados.
Os traçados são um show à parte e variam entre trechos de vias expressas, estradas no alto de montanhas, à beira-mar, em desertos e túneis. Curvas sinuosas, retas que vão até a linha do horizonte e compõem um cenário inesquecível. Pena que os carros passam correndo a mais de 200 quilômetros por hora e detalhes como o nome de uma loja ou fazenda quase passam despercebidos, afinal os olhos devem ficar atentos à pista.
Em todas as pistas existem caminhos alternativos que se usados com sabedoria podem levar à vitória. As variações de hora da corrida vão do amanhecer ao fim da tarde e chegam noite adentro. O importante é que a corrida nunca deve parar, seja sob o sol à pino, seja em baixo de chuvas e trovões.
Pilotar os bólidos por essas pistas não poderia ser uma experiência melhor. É impossível não ficar empolgado ao sentir o peso do carro no controle. A sensação de velocidade é simplesmente inebriante, empolgante mesmo, e as curvas são feitas com os carros derrapando e os freios gritam quando têm a tarefa de parar o possante.
Donkey Kong Country Returns

Dentre muitos clássicos lançados para Super Nintendo pela própria fabricante do videogame lá pela metade dos anos 90, uma das séries que mais ficou marcada na lembrança dos jogadores é "Donkey Kong Country".
Após anos fora de cena, "Donkey Kong Country Returns" marca o retorno de DK às aventuras plataforma em grande estilo no Wii, focando no estilo clássico, mas com qualidade e capricho sem igual.
O incrível jogo também marca a presença do rinoceronte, o Rambi.
O design das fases é divertido e inteligente, quase como um quebra-cabeça, deixando claro que é possível atravessá-las de forma rápida e coletando vários itens
Ao mesmo tempo, incentivam também uma exploração mais detalhada, graças à inteligência e capricho extremo no visual. Os gráficos 3D são detalhados, coloridos e bem animados; o tempo todo há elementos no cenário que vibram e reagem aos movimentos dos Kongs. O título ainda emprega momentos de 2,5D, jogando os macacos para passear em outros planos de cenário, ora jogando eles para o fundo, ora para frente ou às vezes até atirando eles de um canto para outro no cenário. É divertido de acompanhar e renova a brincadeira.
No mais, "DKCR" impressiona também pela dificuldade elevada. Enquanto alguns outros jogos da Nintendo nos últimos tempos claramente pegam leve no desafio, buscando agradar um público maior, "Donkey Kong" traz dificuldade na medida e similar à dos episódios de Super Nintendo, complicando sem frustrar.
Pes 2011
Pes 2011 é o novo jogo de futebol, no qual tem o novo modo da Libertadores Da América. Além desse modo, tem os seguintes modos:
Exhibition: que você pode jogar partidas amistosas entre amigos ou contra o computador.
Uefa Champions League: No qual você seleciona um time e joga a maior competição da Europa com ele.
Liga Master: é o modo em que você escolhe uma equipa e você, além de jogar com ela, você também faz as negociações, contrata novos médicos, olheiros, etc.
Rumo ao Estrelato: esse é um modo em que você cria um jogador e utiliza ele, sendo contratados por times, vivendo a vida de um jogador de futebol.
Liga/Taça: Neste modo o jogador faz uma liga ou uma taça com um time/seleção.
Comunidade: Neste modo você cria uma comunidade em que você joga entre amigos, cria ligas entre amigos, sempre tentando te deixar no topo do ranking.
Online: Este é o modo em que você joga com pessoas de outros lugares e pode criar uma Liga Master Online e na hora de contratar jogadores quem der o maior lance ganha.
Treinos: Nesse modo você treina cobranças de falta, de escanteio ou jogar livremente.
Editar: No qual você edita jogadores e times.
Conteúdo extra: Esse modo é como se fosse "avacalhação" ou racker do jogo. Porque você pode comprar penteados bizarros, facilitar a Master Liga e o Rumo ao Estrelato, etc.
Galeria: Você ve seus recordes
Também tem novos dribles como a lambreta!